Resenha|Obsidiana #1 – Jennifer L. Armentroud

                                                                                                       Sinopse

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COMEÇAR DE NOVO É UM SACO.

Quando a gente se mudou para o interior, bem no início do último ano do colégio, eu já vinha me preparando para o sotaque caipira, o tédio, a internet lenta e um monte de chatices… Até dar de cara com o meu vizinho gato, alto de dar tontura e com intimidantes olhos verdes. Hummm… os prognósticos estavam melhorando.

ATÉ QUE… ELE ABRIU A BOCA.

Daemon é irritante. Arrogante. Dá vontade de matar. A gente não se dá bem. Não mesmo. Mas, quando um caminhão quase me transforma em panqueca, o garoto literalmente congela o tempo com um aceno de mão e aí, bom, algo inesperado acontece.

O ALIEN GATO (MEU VIZINHO) ME DEIXA COM UM RASTRO.

Você me ouviu bem. ALIEN! A verdade é que ele e a irmã têm uma galáxia de inimigos que querem roubar seus poderes. O rastro que deixou em mim brilha como lua cheia, e isso não é nada bom. O único jeito de sair viva dessa é ficar colada em Deamon, até a magia alienígena desaparecer.

QUER DIZER, ISSO SE EU NÃO MATAR O CARA PRIMEIRO.


Olá gente!!! Como vocês estão? Tudo beleza?

O que dizer dessa belezura chamada Obsidiana? É o primeiro livro da série Lux atualmente composta por cinco livros. Ele é divertido, leve e maravilhosamente bem escrito com um enredo de tirar o fôlego e deixar as pernas bambas.

Em busca de começar uma nova vida Katy e sua mãe se mudam para uma cidade pequena no interior, onde tudo é muito longe, internet lenta e para piorar sua mãe insiste que ela faça amizade com os vizinhos que segundo ela tem mais ou menos sua idade. Perfeito para ela sair do “casulo”.

Apesar de sua mãe ter dito que o seu vizinho era um cara “gostosão”, ela não imaginava que fosse tanto. Ela decide pedir uma informação para o cara e ele na moral, tira ela de uma forma bem arrogante chamando-a de boneca com grandes olhos vazios meio retardada, kkkk. Gente!!! Eu juro que ele disse isso! Eu ri muito , porque a cena foi bem engraçada e  Katy na mesma hora ficou possessa, afinal, ele tinha sido bem escroto com ela. O problema de Katy é que ela perdeu o pai para o câncer e a situação ficou bem difícil para ela e sua mãe suportar, então ela meio que se fechou para as pessoas.

“Eu costumava evitar todo tipo de confronto, mas esse cara conseguiu ligar meu interruptor de barraqueira como ninguém”.

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O cara mal humorado que tratou Katy de forma tão ruim, foi simplesmente Daemon Black, e apesar dele querer distância dela, a sua irmã Dee não pensa da mesma maneira. Ao contrário, Dee quer mais do que tudo uma amiga “normal”, ela faz de tudo para Katy ser sua amiga, e insiste para o seu irmão deixar. Só que Daemon fará de tudo para afastá-la afirmando que não precisam de alguém como ela.

“Ele parou de falar e respirou fundo, baixando o olhar para a minha boca aberta. Prendi o ar. Notei um brilho nos seus olhos, mas ele piscou e escondeu o que quer que houvesse ali”.

Katy ficará bastante desconfiada quando perceber que eles são pessoas bem diferentes, como por exemplo, as outras pessoas olham para eles com medo, os alunos da escola não se aproximam deles, e os amigos que possuem entre eles, são todos trigêmeos. Algo não está certo. Até que um dia, em uma de suas brigas com Daemon, ela correr sem direção alguma e quase ser atropelada por um caminhão. Era para estar literalmente morta, porém, assim que abriu os olhos viu o caminhão parado a milímetros do seu rosto.

O motorista estava completamente congelado, era como se o tempo tivesse parado. Daemon estava concentrado, com respiração pesada, fazendo esforço, com uma luz intensa amarelo-avermelhada que o transformou completamente, em algum ser de luz. Esse era o mistério, tanto Dee quanto Daemon são seres alienígenas que vieram de um planeta bem distante e possuem super poderes. Loucura né? Mas é a verdade.

“Sou capaz de qualquer coisa, gatinha. Matar para proteger minha família é algo que eu não hesitaria em fazer, mas não é nada com que você precise se preocupar”.

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O planeta deles foi destruídos e eles vieram parar aqui na Terra. O grande problema disso tudo é que Daemon parando o caminhão, deixou um rastro em Katy que permite que os inimigos dos Luxen, que são eles, descubram onde eles estejam e usem Katy como isca. Esse rastro é como se fosse uma árvore de natal brilhando bem forte, então até esse rastro desaparecer, será necessário ela ficar grudada com Daemon até estar segura novamente.

Então começará uma relação de gato e rato entre eles, porém, a atração mais forte ainda. Daemon tratou Katy mal apenas para ela não se aproximar de sua gente e ficar segura. Agora o problema será provar que gosta dela, mesmo depois de suas grotescas atitudes.

Eu recomendo muito!!! Esse livro me lembra um pouco crepúsculo. Muitas das situações são semelhantes, porém, não igual. Leia e descubra por você mesmo, porque eu já vou para o segundo livro dessa série arrebatadora.

O grito que ele soltou me rasgou por dentro, aumentando o medo e transformando-o em raiva e angústia. A luz do Daemon flamejou, ofusgante e concentrada…”.

Resenha|Amor verdadeiro na livraria dos corações solitários #2 – Annie Darling

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                                                                 Sinopse

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É uma verdade universalmente conhecida que uma mulher solteira, em posse de um bom emprego, quatro irmãs mandonas e um gato carente, deve estar em busca do seu verdadeiro amor. Será?

Verity Love ― fã de carteirinha de Jane Austen e uma introvertida em um mundo de extrovertidos ― está perfeitamente feliz sozinha, muito obrigada. E seu namorado fictício, Peter Hardy, é muito útil para ajudá-la a escapar de eventos sociais indesejados. Mas, quando um mal-entendido a obriga a apresentar um total estranho como namorado para suas amigas, a vida de Verity de repente se torna muito mais complicada.

Uma namorada fictícia também pode ser bem útil para Johnny. Indo contra todos os instintos de Verity, ela se deixa convencer a fazer uma parceria com ele para um único verão recheado de casamentos, aniversários e festas no jardim, com apenas uma promessa: não se apaixonarem um pelo outro. Mas isso não tem nem chance de acontecer, pois Verity jurou nunca mais ter um namorado, e o coração de Johnny já tem dona…


Olá gente!!! Como vocês estão? Tudo beleza?

Quem conheceu a Verity Love na pequena livraria dos corações solitários, imaginava que o famoso namorado de quem tanto falava era falso. Pois é isso mesmo! Ela inventou um namorado fictício para suas amigas pararem de importuná-la e para fugir de eventos sociais. Ela é uma introvertida que gosta de escutar as pessoas, ouvir o barulho da cidade, mas não gosta de ser o centro da atenção desse núcleo.

Sua vida mudará drasticamente quando um dia suas amigas Nina e Posy a seguirem até o restaurante, pensando que ela se encontrará com Peter Hardy. O namorado imaginário e perfeito que idealizou para elas. Assim que notar a presença de suas amigas ela imediatamente se desesperará e irá sentar ao lado do primeiro cara que ela olhar no restaurante. E quem é esse? Ele é simplesmente lindo, com um azul estonteante nas íris, embora estivesse com certo olhar frio para ela.

“Nenhuma tatuagem perceptível no pescoço, não estava vestindo nada horrível, só uma camisa branca simples sob um blusão de um tom semelhante ao azul – esverdeado de seus olhos espantados. Ele vai servir, Verity decidiu. Assim, na emergência, ele vai servir”.

O nome dele é Johnny,  arquiteto, lindo, não tem namorada. Algo não está certo né galera? Ele não é gay, por incrível que pareça. Ele simplesmente ama outra mulher, que segundo ele é um amor impossível. Eu imaginei que essa mulher era apenas invenção para ele se encontrar novamente com Verity, porém, eu estava redondamente enganada. Eles armam um acordo para irem juntos aos eventos sociais, as festas com amigos, enfim, seriam apenas amigos e nada mais. A condição é que Verity não se apaixone por ele, e vice versa. Então está tudo certo. Verity prometeu não amar mais ninguém depois de seu último namorado e Johnny, apesar de possuir característica perfeitas, ama outra mulher.

“Johnny endireitou o corpo e presenteou Verity com um sorriso mais devastador do que qualquer outro de seus sorrisos anteriores. Ela ficou até um pouco tonta”.

Os dois apresentarão o seu parceiro a suas famílias, claro, como amigos. Porém, todos pensarão que eles estão saindo e dará uma maior força para isso. Principalmente os amigos e familiares de Johnny, isso porque todos querem que ele pare de pensar nessa mulher que ele ama e fique com Verity.

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Depois de Verity descobrir quem é a mulher, ele falará bastante dela com um toque de drama que instantaneamente me deu uma crise de raiva. A mulher que ele ama é uma antiga namorada que se casou com o melhor amigo dele. Ele a ama, ela diz que o ama mais continua casada. É como um jogo, ela sabe que Johnny sempre estará aos seus pés, porque ele é louco por ela.

“Ele não olhou para outra mulher desde que ela se foi, dez anos atrás. Nem ia querer, porque ninguém estaria a altura dela. E eu puxei ao meu pai; me apaixonei pela Marissa todos esses anos atrás e nenhuma outra mulher vai conseguir tomar o lugar dela”.

Apesar de todos os motivos para Verity não se relacionar com ninguém, ela se apaixonará por Johnny. Uma das regras era ela não se apaixonar por ele. O coração dele já tem dona, e digamos que ele é um pouco obcecado por aquela mulher que representa, o amor colegial de tantos anos atrás, que ele não deixa no passado. E será nesse impasse de amor impossível e bastante drama que enlouquecerá o leitor.

Uma obra deliciosa e empolgante, composta por reviravoltas e um toque especial com frases da Jane Austen. Uma história irresistível  que nos instiga a torcer por um casal, onde ambos não acreditam que suas vidas amorosas possa incluir um final feliz. Super Recomendo!

“É por isso que somos apenas amigos. Eu jamais poderia amar um homem que não ama Orgulho e preconceito”.

Resenha|Agora e para sempre, Lara Jean – Jenny Han

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Sinopse

Na surpreendente e emocionante conclusão da série, o último ano de Lara Jean no colégio não podia estar melhor: ela está apaixonadíssima pelo namorado, Peter; seu pai vai se casar em breve com a vizinha, a sra. Rothschild; e sua irmã mais velha, Margot, vai passar o verão em casa. Mas, por mais que esteja se divertindo muito — organizando o casamento do pai e fazendo planos para os passeios de turma e para o baile de formatura —, Lara Jean não pode ignorar as grandes decisões que precisa tomar, e a principal delas envolve a universidade na qual vai estudar. A menina viu Margot passar pelos mesmos questionamentos, e agora é ela quem precisa decidir se vai deixar sua família — e, quem sabe, o amor de sua vida — para trás. 


Olá leitores amados do meu coração! Como vocês estão? Tudo beleza?

Hoje eu finalizei a incrível trilogia “Para todos os garotos que já amei”. Eu conheci a Lara Jean aos seus 16 anos. Uma garota sonhadora, romântica, com seus desejos e cartas de amor, se transformar em uma mulher madura, crescida, responsável e apaixonada aos seus 18 aninhos.

Eu já tinha dito nos livros anteriores, o quanto essa autora aborda temas relacionadas a insegurança, amor colegial, confiança e essa pressa de crescer e tornar-se alguém independente. Lara Jean e Peter passaram por tantas dificuldades e sofrimentos para vencerem no amor que acreditam que mais nada possa separá-los. E a vida deles começará a mudar no último ano do ensino médio, pois eles precisam garantir suas entradas na Universidade.

“Mas agora que estou aqui, não dá tanto medo, não com Peter ao meu lado. Dou uma espiada nele. É assim que acontece? Você se apaixona e nada mais parece assustador, e a vida é apenas uma grande possibilidade?”.

Serão tantas mudanças na vida de Lara Jean, como sair do ensino médio, entrar na universidade, ajudar na cerimônia do casamento de seu pai com Trina e tudo isso, junto com as necessidades que ela possui de fazer o cookie perfeito, isso mesmo, ela fará várias travessas de cookies e outros doces até chegar no ponto perfeito. O que na minha lógica é uma arma que ela utiliza para eliminar a ansiedade da chegada da carta que aprovará a sua entrada na Universidade UVA, a mesma do Peter.

“Minhas mãos estão tremendo quando acesso o sistema; meu coração bate a um milhão de quilômetros por minuto, esperando o site carregar”.

A mãe de Lara Jean sempre disse para as filhas, em outras palavras, para não deixar de ir a alguma faculdade por causa de namorado, e acredito que mesmo do lugar onde esteja, ela deu forcinha, pois Lara Jean não é aceita na UVA, e todas os planos que possuía com Peter fica parecendo uma agulha no palheiro. Os dois ficam dizendo para si mesmo que nenhuma distância pode separá-los, o que é bem lindo. Lara Jean será aceita em uma Universidade que não é tão distante da UVA, então promete a Peter que depois de ano, irá pedir transferência para a UVA e então, ficariam juntos, sem nada que possa separá-los.

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Mesmo não conhecendo a Universidade para a qual foi aprovada, Lara Jean, já pensa em pedir transferência, o que eu achei precipitado da parte dela. É lindo os dois juntos, e consegui sentir todas as ansiedades, tristeza, e convicção de um final feliz que Peter e Lara Jean tanto anseiam, e somos independentes para tomar as decisões que sejam melhores para nossa vida, sem pressão. Eu fiquei cada vez mais ansiosa, enquanto o tempo passava e fiquei louca a cada virada de página imaginando o futuro desse casal.

“Ao pensar em Peter com vinte, vinte e poucos anos, sinto uma espécie de saudade do homem que posso nunca chegar a conhecer. Agora, hoje, ele ainda é um garoto, e eu o conheço melhor do que ninguém, mas e se não for sempre assim? Nossos caminhos estão se afastando, um pouco mais a cada dia…”.

Esse é o último livro da trilogia e com certeza recomendo. Você começa  a ler e não percebe o tempo passar, porém, acredito que esse livro faltou algo a mais, algo que fosse impactante e mudasse um pouco o rumo da história. A maior parte  se baseia no fato de que os dois vão entrar na faculdade, mas não sabem como funcionará esse relacionamento a distância.

Eu vou sentir muitas saudades da vaidade de Peter kavinsky, e da nossa amorosa Lara Jean. Eu queria apenas mais um livro que mostrasse tantos anos depois desse casal que nos mostrou o começo de tudo, apenas com uma carta de amor.

“Eu sei que esses dias são especiais.O ensino médio vai ser uma época da qual vamos nos lembrar pelo resto da vida”.

Resenha|P.s.: Ainda amo você – Jenny Han

                          Sinopse

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Lara Jean sempre teve uma vida amorosa muito movimentada, pelo menos na cabeça dela. Para cada garoto por quem se apaixonou e desapaixonou platonicamente, ela escreveu uma bela carta de despedida. Cartas muito dela, muito pessoais, que de repente e sem explicação foram parar nas mãos dos destinatários.

Em Para todos os garotos que já amei, Lara Jean não fazia ideia de como sair dessa enrascada, muito menos sabia que o namoro de mentirinha com Peter Kavinsky, inventado apenas para fugir do total constrangimento, se transformaria em algo mais.

Agora, em P.S.: Ainda amo você, Lara Jean tem que aprender como é estar em um relacionamento que, pela primeira vez, não é de faz de conta. E quando ela parece estar conseguindo, um garoto do passado cai de paraquedas bem no meio de tudo, e os sentimentos de Lara por ele também retornam. Uma história delicada e comovente que vai mostrar que se apaixonar é a parte fácil: emocionante mesmo é o que vem depois.


Olá leitores do meu coração! Como vocês estão? Tudo beleza?

O livro P.s ainda amo você é o segundo livro da trilogia para todos os garotos que já amei, onde nos continuamos conhecendo um pouco mais da história de Lara Jean e Peter Kavinsky, aquele casal que arrebatou os nossos corações e nos deixou eufóricos por uma continuação. 

Lara Jean e Peter Kavinsky resolvem dar mais chance ao seu relacionamento depois da forma invertida que as coisas começaram ao se conhecerem e para isso porque não fazerem outro contrato para tudo funcionar de forma perfeita e deslumbrantemente bela, não é mesmo? Tudo ficaria bem, caso o vídeo de Lara Jean e Peter no ofurô fosse colocado na internet e toda a escola fizessem piadinhas e insinuações grotescas sobre algo que não passava de um beijo caliente.

“Dou um sorriso de alívio e escrevo no papel: Lara Jean e Peter não vão partir o coração um do outro”.

A autora abordou esses tema com bastante cuidado onde nós podemos sentir na pele o machismo e preconceito onde Lara Jean foi vítima, porque no vídeo não está somente Lara Jean e sim acompanhada de Peter, mas o lado sempre fica pior para o lado da mulher, o homem sempre é considerado um garanhão, o pegador não é mesmo? 

“Ah, meu Deus. Agora tenho que me sentar para jantar e olhar para o meu pai, sabendo que esse vídeo existe. Essa não pode ser a minha vida”.

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Claro que Kitty e Margot irmãs de Lara Jean ajudam ela a passar por tudo isso, afinal, elas como irmãs songs que são, sempre ajudam umas as outras. Além desse vídeo ter viralizado na internet Lara Jean precisa lidar com o fato do seu namorado ainda possuir certa ligação com a ex namorada Genevieve sua ex amiga de infância, o que sério, me deixou com os cabelos e emoções a flor a pele e roer o restinho de unhas que ainda tenho, afinal, como pode ele continuar sendo amigo de uma pessoa que odeia sua própria namorada?

“Eu posso já tê-la conhecido, mas não conheço mais. É Peter quem a conhece melhor agora. Além do mais, não é assim que se perde um namorado? Agindo como uma paranóica ciumenta e insegura?

Caso eu visse o Peter pessoalmente eu ia sacudir ele e cantar a música da Naiara Azevedo, ex é ex, passado é passado…kkkk, brincadeiras a parte, eu realmente fiquei com raiva do Peter, sinceramente. A autora também abordou temas como inseguranças no livro, aquela insegurança que os adolescentes tem em lidar com os seus relacionamentos e muita das vezes a gente consegue se identificar neles e pensar eu também já senti isso.

“Lara Jean, só se lembre de uma coisa: A garota sempre deve controlar até onde as coisas vão. Os garotos pensam com o você-sabe-o-quê. Depende de você manter a cabeça no lugar e proteger o que é seu”.

Essa sequência do livro é maravilhosamente perfeita e considero melhor do que o primeiro, a história ficará mais ainda apaixonante quando uma pessoa do passado de Lara Jean aparecer e deixá-la bastante indecisa em certas questões. Lara Jean e Peter, juntos em uma sincronia intensa e arrebatadora lutam para descobrir como dar continuidade a um relacionamento que começou de cabeça para baixo.

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Eu super recomendo esse livro e já digo, se preparem! Você vai ficar ansioso(a) por mais um pouco e absorto em cada letra, linha e página. E gente, eu queria guardar a família toda de Lara Jean em um pote e ficar olhando o dia todo, eles são perfeitos e a irmã menor a Kitty é uma pentelha admirável, que também podemos considerar protagonista, afinal, ela faz parte do início de tudo.

“Ela cresceu como uma erva daninha, sem mãe, só duas irmãs e um pai. Não é pouca coisa. É extraordinário”.

P.s: Vocês sabiam que na Cultura Coreana quando você faz reverências para os mais velhos e lhes deseja sorte no ano novo, ele dão dinheiro em troca? (Deveria ser assim no Brasil kkk, seria o máximo!!!)

Resenha|Para todos os garotos que já amei – Jenny Han

                                                                             Sinopse

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Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.


 

Olá gente!!!! Como vocês estão? Tudo beleza?

O livro “para todos os garotos que já amei” faz parte de uma trilogia escrita pela autora Jenny Han. É  a primeira vez que leio um livro onde a protagonista e a autora são coreanas, o que achei bem diferente para o lado positivo, pois sempre é bom a gente conhecer outras culturas e aprender com elas.

Lara Jean é muito apaixonante e também se apaixona facilmente, ela já se apaixonou por cinco caras e para por um fim a essa paixão ela escreve cartas de despedidas, escreve o nome da pessoa na carta, endereço, em seguida, fecha e guarda em caixa azul petróleo que sua mãe deixou para ela antes de morrer. 

Ela tem duas irmãs, a Kitty que tem nove anos e Margot que é dois anos mais velha que ela, sua mãe morreu cedo e elas foram criadas bem unidas pelo pai que é médico e trabalha como obstetra. É lindo a união dessas irmãs, uma cuidando da outra, ajudando, aconselhando, só que Margot é namorada de um dos melhores amigos de Lara Jean e da família, é namorada do Josh, um dos garotos que Lara Jean foi (ou é) apaixonada e escreveu uma carta de despedida como as outras, e tudo em sua vida mudará quando um dia todas as cartas forem enviadas aos seus destinatários.

“Ah, Deus. Não. Não. Isso não está acontecendo. Isso não é real. Estou sonhando. Estou no meu quarto e estou sonhando e Peter Kavinsky está no meu sonho, olhando com raiva para mim. Eu fecho os olhos. Estou sonhando? Isso é real?”.

Ai gente! Eu fiquei com uma dó da Lara Jean, imagina que vergonha isso tudo que está acontecendo com ela, e será por isso que em uma atitude de impulso quando ela ver o Josh se aproximando para falar com ela, com uma carta na mão, ela beijará Peter Kavinsky. Peter é mais um dos caras por quem Lara Jean foi apaixonada ainda no Fundamental. Além do cara ser um dos mais gatos da escola que eles estudam, ele namora a garota mais insuportável e que odeia Lara Jean por ela ter beijado Peter quando estavam no Fundamental, jogando o jogo da garrafa. Enfim, Lara Jean nem gosta mais de Peter e sua carta de despedida foi escrita a muitooo tempo atrás, mas beijá-lo foi uma das únicas coisas que pensou para Josh não se aproximar.

“Eles terminaram. Mas não quero que Josh saiba que ainda sinto alguma coisa por ele… por motivos óbvios. Então… eu disse para ele que você é meu namorado”.

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Margot se separará do Josh antes de viajar para estudar fora em outro país, com medo de que esteja fazendo a coisa errada indo embora com o namorado. Vamos se colocar no lugar da Lara Jean, o cara namora ou namorava a irmã dela, então existe 0 possibilidade dos dois ficarem juntos, ainda mais porque ela jamais trairia sua irmã dessa forma. Lara Jean e Peter Kavinsky irão simular um namoro de mentira com contrato e tudo para beneficiar ambos nessa decisão. Lara Jean precisa deixar Josh acreditar que tudo o que escreveu na carta é passado e Peter Kavinsky planeja que sua ex-namorada( a insuportável) volte para ele (eles se separaram).

“-Você tem que me dar alguma coisa para trabalhar, Lara Jean. Tenho uma reputação. Nenhum dos meus amigos vai acreditar que de repente virei um padre para namorar você. Posso pelo menos botar a mão no bolso de trás da sua calça? Vai ser puramente profissional, prometo”.

A autora soube escrever o livro de maneira leve, fluída abordando temas difíceis para a maior parte dos adolescentes que é o período que fica aquela tensão de arrumar um namorado, o medo de ninguém gostar da própria pessoa, e de uma maneira divertida, nós conhecemos profundamente tanto Peter quanto Lara Jean.

“É assustador quando é real. Quando não é só na imaginação, mas, tipo, ter uma pessoa de verdade na sua frente, com sei lá, expectativas. E com vontades”.

Os dois embarcam em uma jornada com propósitos diferentes, com missões diferentes, onde buscam algo maior, onde buscam o seu final feliz, eles andam juntos e nessa caminhada vão se conhecendo, participando da vida de cada um, conhecendo seus amigos, fazendo parte de seu núcleo e quando menos imaginam, percebem que sua metade esteve sempre ali do seu lado.

“Não quero mais ter medo. Quero ser corajosa. Quero… que a vida começe a acontecer. Quero me apaixonar e quero que um garoto se apaixone por mim”.

Para todos os garotos que já amei - Imagem
Primeiro Livro da Trilogia

Amei conhecer essa história, amei a história e os personagens, com certeza eu indico. Que tal ler logo esse livro? Super indico, ainda mais agora que está se aproximando o dia dos namorados. Leiam e naveguem nessa história que pretende ser muito mais do que imaginávamos. É só o início!

“Dou um sorriso enquanto leio. Guardo na mochila, dentro do livro de francês, para o papel não amassar. Quero guardar alguma coisa para olhar e lembrar como era ser namorada de Peter Kavinsky. Mesmo que seja de mentirinha”.

Resenha|O erro – Elle Kennedy (Amores improváveis #2)

                                                              Sinopse

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Logan parece viver uma vida de sonhos. Com um talento incrível para jogar hóquei e um charme inato para conquistar mulheres, ele é uma das maiores estrelas da universidade de Briar. Mas por trás do característico sorriso maroto, ele esconde duas grandes angústias – a primeira, estar apaixonado pela namorada de seu melhor amigo. A segunda, saber que sua vida, após a formatura, se tornará um beco sem saída.

Um dia, por acaso, ele conhece Grace, uma garota tão encantadora quanto intrigante. Tudo nela parece ser original e deliciosamente contraditório – tímida, mas cheia de vida. Doce, mas ao mesmo tempo forte e confiante. Logan se vê mais e mais envolvido por ela.

Até que um grande erro colocará o relacionamento desses dois em risco. Logan terá de se esforçar muito para reconquistar Grace – nem que para isso ele precise amadurecer na marra e encarar suas questões mais profundas e doloridas.


Boa noite genteeee! Como vocês estão? Tudo bem? Eu andei sumida e demorei muito mais do previsto para finalizar essa leitura. Eu não tive nenhum problema ao ler o primeiro livro dessa série e na verdade, até ansiei por esse livro, só que não conseguia começar…Simplesmente empaquei nessa leitura, mas já terminei e vou contar como foi. Bora lá!

O erro é o segundo livro da série amores improváveis, onde conhecemos a linda história de Logan e Grace. Logan é um dos melhores amigos de Garret, e como todos os seus amigos tem uma vida baseada em festas, bebidas, garotas, entre outras coisas, mas o pior é que ele é apaixonado por Hannah, quem é ela? A namorada de Garret, o maravilhoso casal do primeiro livro, o acordo (Resenha Aqui). Mesmo sabendo que é apaixonado pela namorada do melhor amigo, ele não consegue odiar o cara, ao contrário, ele se sente um merda por gostar de uma pessoa que não pode ser sua.

“Mas hoje à noite vou seguir com o plano original. Ficar bêbado. Pegar alguém. E que se dane o resto”.

Todas as suas dúvidas e certezas mudará quando conhecer Grace que vai entrar em sua vida de uma forma bem diferente do que eu imaginava, e essa forma de entrar e sair, fará com que ele volte a procurá-la. Grace é uma garota do primeiro ano da faculdade, tímida, inteligente e bastante tagarela rsrsrs, diferente de Logan que é bastante popular, um dos melhores jogadores do time de Hóquei e muito cobiçado pelas mulheres.

“Por que não posso me divertir com um cara no banheiro? Estou na faculdade, droga. Deveria estar aproveitando a vida, fazendo besteira, “me encontrando”, mas não fiz merda nenhuma o ano todo”.

O que começa apenas com encontros casuais, acaba se tornando algo maior. Logan começa a perceber que estar com Grace é bom, é fácil conversar, é simples e percebe também que não pensa em Hannah, e aí surge a pergunta que vale um milhão de dólares. Será que está usando Gracie para esquecer Hannah?

” Seria idiota da minha parte usar a garota como distração sem perceber, mas agora que me dei conta disso me recuso a continuar. Não seria justo com ela”.

Mais e daí se Logan não quer continuar quando o destino faz exatamente o contrário. Assim que decide tomar essa decisão, ele se vê obrigado a se aproximar de Grace. E tudo pode continuar como se nada tivesse acontecido, mas Logan acabará revelando que não deseja usar ela como distração e isso, será o bastante para Grace não querer ouvir falar de Logan e se distanciará.

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Mais sabe o que Logan conversado com Hannah vai descobrir? Que ele não era apaixonado por Hannah e sim apaixonado pelo casal que ela forma com Garret. Ele é apaixonado sim, mais pela forma que o casal é feliz, a forma que eles riem. Logan percebe que amava o relacionamento deles e queria isso para si. Só que ele cometeu o erro de deixar Grace ir embora de sua vida.

“Terminei com Grace porque a coisa não podia ficar séria mas agora concluo que era exatamente isso que eu queria”.

Agora Logan vai fazer de tudo para Grace voltar para ele, as coisas mais absurdas que jamais imaginaria fazer, irá realizar para conseguir mais uma chance com ela. Será divertido ver esse casal se conhecendo novamente, descobrindo mais sobre si, aprendendo com os erros, construindo uma base para o relacionamento, enfim, sendo felizes.

Eu super recomendo esse livro, e vale destacar que a mãe de Grace é hilária kkkk, uma personagem espetacular e diferente. Logan e Grace enfrentarão alguns obstáculos no caminho, e situações bem difíceis onde será necessário usar a maturidade  que ambos conseguiram para seguir em frente e não deixar nada abalar seu relacionamento. 

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A minha nota para esse livro de 0 a 5 é nota 5!!! O meu erro foi não ter lido antes, fiquei com um pouco de receio de não gostar e acabei amando a história e os personagens. É aquele tipo que nos faz pesquisar tudo, como por exemplo, aprender mais sobre sobre o jogo hóquei. Por que não né? É mais um amor improvável que arrebatou o meu coração. 

 

“Perco o controle. 

Simplesmente. Perco. O controle.

Caio em prantos feito um bebê, bem ali, na frente do pai de Grace.

Ele fica petrificado”.

Resenha|Canções de Ninar de Auschwitz – Mario Escobar

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Sinopse

Neste livro, Mario Escobar conta a trajetória real de uma família que passou 16 meses encarcerada em um campo de concentração nazista. Helene Hannemann era alemã, mas mesmo assim optou por partir para Auschwitz junto de seu marido e os cinco filhos com ascendência cigana quando os policiais da Gestapo bateram à sua porta.

Por ser enfermeira, mas, sobretudo, alemã, Helene foi escolhida pelo médico Josef Mengele, mais tarde conhecido como ‘O Anjo da Morte’, para ser a diretora do jardim de infância do campo. No final da guerra, entre os papéis de Mengele, foi encontrado o diário que Helene manteve durante todo o seu período no campo de extermínio. Tendo como base a infeliz história daquela família, o autor nos emociona e surpreende ao narrar os medos, privações, torturas e até mesmo histórias de superação que milhares de pessoas vivenciaram sob o poder dos nazistas.


Este livro, Canções de ninar de Auschwitz não é somente uma história no papel, e sim uma história verídica que ocorreu na época do nazismo, exatamente em um campo de concentração. O autor narra de forma emocionante a luta pela sobrevivência de Helene Hannemann e de sua família.

Quem é ela? Uma mulher alemã, que tem cinco filhos e um marido cigano. A sua vida muda completamente quando alguns policiais aparece na sua casa e fala que precisam levar seu marido e seus cinco filhos para “campos especiais”. Os policiais procuram ciganos e seus descendentes, não pessoas alemãs, mas assim que falam que seus filhos serão levados junto com o marido, ela enfrenta-os e diz que vai para onde sua família for levada. 

“Meu coração começou a bater a toda velocidade, o ar parecia sumir do meu peito, mas continuei descendo as escadas com a esperança d que, mais uma vez, a desgraça passasse longe da minha vida. O que eu não sabia era que, daquela vez, estava destinada a sofrer”.

Depois de uma longa viagem em um trem onde passaram fome e sede, chegaram ao seu destino e um dos primeiros sofrimentos de Helene é quando separam ela e seus filhos para um campo e seu marido para o outro. O local onde são deixados é tão imundo, infectado que não serviria para nenhum ser vivo sobreviver. A estadia de todos ficará bastante complicada quando uma doença chamada tifo se espalhar com tamanha força entre algumas pessoas que o médico Josef Mengele, mais conhecido como “anjo da morte” decretará o extermínio não somente dessas pessoas, mais de todas as outras que sobreviviam nas proximidades.

“Eu sempre quis acreditar que, algum dia, todo mundo perceberia o que representava Hitler e seus amigos. Porém, não foi isso que aconteceu. Todos seguiram sua loucura fanática, transformando nosso mundo em um inferno de guerra e fome”.

Helene sabe que para possuir um pouco mais de comida para seus filhos precisa agir rápido e fazer algo que sabe para ajudar no acampamento, então começa a trabalhar como enfermeira, e assim sendo enfermeira ela acaba se aproximando de  Josef Mengele para pedir para não matar pessoas de tais barracões pois sabe que não estão infectados por doenças, e essa liberdade de falar o que pensa chamará a atenção de Mengele, afinal, ninguém desafia suas ordens. Ela contará que é Alemã e ele ficará sem entender porque ela prefere  permanecer naquele local, sendo que não é obrigada.

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O autor nos mostra claramente como é Josef Mengele, um homem doente que aparenta gostar das crianças, aparenta querer ajudar as pessoas e possui uma obsessão insana por gêmeos, estes que ele usa para fazer experimentos em laboratórios. Exemplo dessa dupla face é quando pede para Helene dirigir uma escola que pretende abrir ali, no campo de concentração de Auschwitz. 

O que eu achei mais lindo desse livro sabe o que foi? A coragem, determinação e força de Helene que mesmo estando em um campo de concentração e suspeitando da benevolência de Mengele, fez o seu melhor para ajudar aqueles que estavam em situação mais crítica que a sua, defendendo os mais fracos e ajudando o máximo de crianças a tentar esquecer, pelo menos enquanto estavam na escola, da triste situação em que se encontravam. As lágrimas que rolaram do meu rosto foram tantas que não tenho palavras para descrever, não foram poucas e não paravam mesmo que eu tentasse, leiam! Helene é uma mulher que teve seu destino selado por amar seu marido e seus filhos.

“Eu precisava continuar lutando por eles, precisava me agarrar à esperança, precisava encarar cada novo dia de frente, rezando para que aquele pesadelo terminasse de uma vez por todas”.

Só de pensar que essa personagem existiu, sabe qual é minha vontade? Passar a mão em sua cabeça e de seus filhos, abraçá-los em conjunto e dizer que eles são uns heróis, salvaram vidas de pessoas, buscaram o melhor em um local recheado de privações que nada tinha a oferecer, não deixaram que os nazistas corrompesse suas essências e suas dignidades, e que seu altruísmo Helene ficou na história e cravado no meu coração.

“Eu sorri. Naquele exato momento, percebi que sempre fui superior a eles e a todos assassinos que governavam aquele inferno. Sim, eles eram capazes de exterminar a vida de dezenas de milhares de pessoas em segundos, mas não podiam criar vida. Uma boa mãe valia muito mais do que toda aquela máquina assassina do regime nazista”.