Resenha|Fuck Love (Louco Amor) – Tarryn Fisher

                                                                                     Sinopse

fuck love, tarryn fisher, louco amor, beleza de livros, resenha, belezadelivros, mylena fernanda, faro editorialHelena Conway se apaixonou.

Contra sua vontade. Perdidamente. Mas não sem motivo.

Kit Isley é o oposto dela – desencanado, espontâneo, alguém diferente de todos os homens que conheceu.

Ele parece o seu complemento. Poderia ser tão perfeito… se Kit não fosse o namorado da sua melhor amiga.

Helena deve desafiar seu coração, fazer a coisa certa e pensar nos outros. Mas ela não o faz…

“Tentar se afastar da pessoa amada é como tentar se afogar. Você decide fugir da vida, pulando na água, mas vai contra a natureza não buscar o ar. Seu corpo clama por oxigênio; sua mente insiste que você precisa de ar. Então você acaba subindo à superfície, arfando, incapaz de negar a si mesma essa necessidade básica de ar. De amor. De desejo ardente.”

Você pode pensar que já viu histórias parecidas, mas nunca tão genuínas como essa. Tarryn, a escritora apaixonada por personagens reais, heroínas imperfeitas, mais uma vez entrega algo forte, pulsante, que nos faz sofrer mas também nos vicia. Depois dela, todas as outras histórias começam a parecer como contos de fadas.

Se você não quer se viciar, não leia a primeira página.


Olá leitores lindos e maravilhosos! Tudo beleza com vocês? Eu estou pensativa depois de finalizar a leitura de Fuck Love, obra de Tarryn Fisher, uma autora que ou você ama ou odeia. Se bem que ás vezes, você pode sentir os dois kkkk. Ela tem o grande talento de criar personagens reais até demais e situações que você pensa ” Cara que loucura! Isso pode acontecer comigo!

Fuck Love não é diferente, afinal, imagina se você se apaixonasse perdidamente pelo namorado da sua melhor amiga. O que você faria? Helena Conway fica desesperada a notar que sente alguma coisa por Kity Isley após um sonho louco onde eram casados, possuíam família e eram muito felizes. Agora o que ela faz se tudo isso não se passou de um sonho? Tudo que era para ficar apenas na sua cabeça, ela passa a sentir toda vez que estão perto dele, mas seria pior se ele sentisse o mesmo não concordam?

“Depois que ele se vai, olho-me no espelho e percebo que há ovo em meu cabelo. Como se não bastasse, constato que não estou tão gata quanto imaginava. Nem perto disso, aliás”.

Helena é uma personagem desastrada e um pouco atrapalhada mas que me divertiu bastante, a autora soube desenvolver a história de forma que não pensássemos “ela está traindo a amiga”, até porque nada acontece até que os pontos do “I” tenham se ajustado. Momentos especiais que Kity  passar com Helena fará ele olhar para ela com outros olhos, mas o que ele pode fazer se ela é melhor amiga da sua namorada né.

“Percebo que estou vulnerável, e quase sempre me sinto como uma mulher insignificante -alguém que um homem pode trair e depois alegar que cometeu um erro. Não quero ser ” a garota que deixou o cara”, quero ser “a garota que o cara jamais deixaria ir embora”.

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Kity é um cara que me tirou do sério ao longo da leitura, eu percebia que ele gostava de Helena, mas não admitia os seus sentimentos. Eu fiquei com muita raiva dele, mas entendia que ele não queria magoar sua namorada Della. O pior de tudo isso, foi a própria namorada perceber a atração mútua existente entre eles, mas não querer perdê-lo. Isso me lembra tantos relacionamentos abusivos onde a pessoa faz até o inimaginável para não perder o cara que ama.

“Esse é o lado ruim de ser jovem. Você não faz ideia de todas as mudanças que estão por vir. E quando elas enfim, chegam, não importa o quanto as pessoas o tenham avisado, você de fato fica surpreso”.

Helena considera mais importante sua amizade com Della do que ficar com Kitty, e isso é lindo, colocar os amigos em primeiro lugar, mas nem sempre o que queremos é o que será. O que fazer quando se ama o namorado da sua melhor amiga, e seu próprio namorado a traiu de maneira sórdida. O melhor a dizer é Foda-se o amor!

“Se pudessem ver o que se passa no meu coração, elas entenderiam o motivo da minha maquiagem estar toda borrada”.

Tarryn Fisher arrasou e arrebatou o meu coração criando personagens tão reais que sinto que eles existem. Essa diva abordou temas como família, amizade, juventude e relacionamentos de uma maneira que cativou minha total atenção. Esse livro me ensinou que ás vezes você pode pensar todo um futuro, formar uma casa com muitos tijolinhos, mas isso também pode ser destruído e a vida pode fazer outros planos para você. Recomendo!

“Eu deveria mostrar lealdade a ela, afinal, as amigas devem vir em primeiro lugar. Mas será que essas regras sagradas conseguem sobreviver a realidade?”.

 

Resenha|Um cavalheiro a bordo – Julia Quinn (Os Rokesbys #3)

                                                               Sinopse

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Ela estava no lugar errado…

Durante um passeio pela costa, a independente e aventureira Poppy Bridgerton fica agradavelmente surpresa ao descobrir um esconderijo de contrabandistas dentro de uma caverna.

Mas seu deleite se transforma em desespero quando dois piratas a sequestram e a levam a bordo de seu navio, deixando-a amarrada e amordaçada na cama do capitão.

Ele a encontrou na hora errada…

Conhecido entre a alta sociedade como um cafajeste e um corsário inconsequente, o capitão Andrew James Rokesby na verdade transporta bens e documentos para o governo britânico. No meio de uma viagem, ele fica assombrado ao encontrar uma mulher na sua cabine. Sem duvida sua imaginaçao esta lhe pregando pecas. Mas, não, ela e bastante real – e sua missao para com a Coroa o deixa preso a ela.

Sera que dois erros podem acabar no acerto mais maravilhoso de todos?

Quando Andrew descobre que Poppy e uma Bridgerton, entende que provavelmente terá que se casar com ela para evitar um escândalo. Em alto-mar, as disputas verbais entre os dois logo dão lugar a uma inebriante paixão. Mas depois que o segredo de Andrew for revelado, sera que ele conseguira conquistar o coração dela?


Olá leitores lindos! Como vocês estão, tudo beleza?

Um cavalheiro a bordo é o terceiro livro lançado pela Julia Quinn da linhagem Os Rokesbys, onde nós tivemos o prazer de conhecer a história do sarcástico e muitas das vezes considerado inconsequente, Andrew. Uma história intercalada pelo ponto de vista tanto de Andrew quanto de Poppy, que nem imaginaria que pudesse conhecê-lo de uma maneira tão surpresa quanto inusitada.

Todos nós sabemos que a Família dos Rokesbys e dos Bridgertons  sempre foram muito próximas e que  ambas famílias ficariam muito felizes se um se apaixonasse pelo outro e a união fosse pelo sangue. Poppy fica irritada e querendo matar alguém quando ao descobrir uma caverna que não seria vista por qualquer um, caso Poppy não fosse tão curiosa, ser encontrada, amarrada, colocada em um saco e jogada na cama de uma pessoa que ela nunca viu, e ainda por cima dentro de um navio que já estava zarpando.

“Andrew era o comandante inquestionável do navio e não havia a bordo um único homem que se atrevesse a contrariar uma ordem dele – também não havia a bordo um único homem que quisesse contrariá-lo”.

Ao descobrir uma mulher jogada em sua cama, na sua cabine, tudo o que Andrew faz é pedir explicações aos seus homens que trabalhavam em sua tripulação e de uma coisa Andrew tem certeza, não pode deixá-la voltar pois a caverna que ela descobriu tem certas coisas que não podem ser encontradas já que faz parte do trabalho que presta a coroa.

Andrew percebe que a única maneira dela não contar nada a ninguém é deixá-la viajar com eles por duas semanas e depois na volta tirassem tudo que colocaram naquela caverna e enviassem para outro lugar. Será uma semana divertida com respostas atrevidas e espirituosas com questões filosóficas onde somente um entende o outro, claro que só vão perceber isso com o tempo.

“Ela o encarou, sustentado o olhar. Estava fazendo questão de se mostrar tão blasé quanto ele. E, se não conseguisse, morreria tentando”.

A situação em que se encontravam até poderia ser melhor, caso Andrew não soubesse que ela era uma Bridgerton, ou seja, caso fosse descoberto que estavam zarpando em um navio praticamente sozinhos e a tanto tempo, na certa seria obrigado a se casar com ela. Um ponto ao seu favor: Ela não sabe que ele é um Rokesbys.

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Esse livro também nos faz refletir sobre tamanho conhecimento que somente os homens tinham o direito de adquirir como fazer faculdade e as mulheres não, o que me fez pensar no que Poppy disse no livro, com certeza, se as mulheres tivessem esse direito seriam mais inteligentes e possuiriam mais poder que os homens, o que naquela época era inaceitável.

“À noite. Com certeza. Ele não iria voltar, de jeito nenhum, para ver como ela estava. Definitivamente, não”.

Andrew começa a perceber que não consegue ficar muito tempo longe de Poppy e arranja qualquer desculpa apenas para ficar perto dela, conversando e ouvindo suas respostas que poucas pessoas conseguem competir com ele no quesito respostas rápidas e certeiras.  

“Ela riu outra vez chegando mesmo a tombar a cabeça para trás com a gargalhada. Andrew estava enfeitiçado. Já a achava bonita, mas, naquele momento ela transbordava algo muito, muito além da beleza”.

Um cavalheiro a bordo é um livro surpreendente que ao darmos início zarparmos junto com os personagens ouvindo um som de mar, sentindo a brisa no rosto e iniciando uma história que promete, afinal é da Julia Quinn. Andrew e Poppy são personagens inquestionavelmente irritantes, maravilhosos e muito inteligentes que atiçam a curiosidade do leitor para saber mais e aprender sobre questões que geralmente não pensamos. Os dois personagens lidarão com  situações bem complexas e ainda tem o fato de Poppy não saber que Andrew é um Rokesbys. Eu com certeza indico esse livro e já sinto saudades dos meus impetuosos personagens.

“Se fizesse uma pergunta boba talvez ele até risse, mas nunca dela. Andrew ria porque a curiosidade dela o alegrava”.

Resenha|Um marido de faz de conta – Julia Quinn (Os Rokesbys #2)

                                                    Sinopse

um marido de faz de conta, julia quinn, os rokesbys, eu amo ler, beleza de livros, resenhaEnquanto você dormia…

Depois de perder o pai e ficar sabendo que o irmão Thomas foi ferido durante uma batalha nas colônias, Cecilia Harcourt tem duas opções igualmente terríveis: se mudar para a casa de uma tia solteira ou se casar com um primo vigarista. Então ela cruza o Atlântico, determinada a cuidar de seu irmão pelo tempo que for necessário. Só que, após uma semana sem conseguir localizá-lo, ela acaba encontrando seu melhor amigo, o lindo oficial Edward Rokesby. Ele está inconsciente, precisando desesperadamente de cuidados, e Cecilia promete salvar a vida desse soldado, mesmo que para permanecer ao lado dele precise contar uma pequena mentira…

Eu disse a todos que era sua esposa.

Quando Edward recobra a consciência, não entende nada. A pancada na cabeça o fez esquecer tudo que aconteceu nos últimos três meses, mas ele certamente se lembraria de ter se casado. Apesar de saber que Cecilia Harcourt é irmã de Thomas, eles nunca foram apresentados. Mas, já que todo mundo a trata como esposa dele, deve ser verdade.

Quem dera fosse verdade…

Cecilia coloca o próprio futuro em risco ao se entregar completamente ao homem que ama. Mas quando a verdade vem à tona, Edward talvez também tenha algumas surpresas para a nova Sra. Rokesby.


Olá leitores maravilhosos! Tudo beleza com vocês?

Eu terminei esse livro tão rápido de tamanha ansiedade que eu fiquei apenas de saber da sinopse dessa história tão, mas tão linda. Um marido de faz de conta é o segundo livro da trilogia lançada até no momento, chamada Os Rokesbys. Quando eu li essa sinopse fiquei louca e pensei: Eu preciso, necessito, não consigo viver sem ler esse livro kkkk. Então vamos ver o que eu achei!

Edward fica hospitalizado e inconsciente após sofrer um grave ferimento em uma de suas missões que presta para a coroa. Ele não sabe o que aconteceu nos últimos três meses, não tem ideia, ele simplesmente perdeu a memória de tudo que aconteceu, inclusive com sua missão. Agora imaginem só, você acordar e descobrir que está casado!

“Cecília tivera três dias para imaginar o que Edward Rokesby poderia dizer quando enfim despertasse. Tinha pensado em várias possibilidades, das quais a mais provável era: “Quem diabo é você?”

Tudo o que Cecília queria mesmo era encontrar o seu irmão Thomas, aquele que era melhor amigo de Edward e que passava por tantas missões, assim como ele. Se para encontrar seu irmão será preciso dizer que é casada com Edward é exatamente isso que ela vai fazer. Ela só não imaginava que ele fosse perder a memória e acreditasse piamente que ela era casada com ele.

Os dois apesar de não se conhecerem pessoalmente, já trocaram algumas frases em cartas que o próprio irmão Thomas enviava para a irmã. Ele já tinha certo interesse pela moça apesar de nada ter sido dito, então porque estranhar Cecília quando ela diz que eles se casaram né.

“Ela o encarou com uma expressão sábia e pesarosa, e Edward quase sentiu o mesmo. Havia algo nos ohos dela- a cor, o brilho…-que, quando encontrava os dele, o fazia perder o fôlego”.

A autora alterna a história para o ponto de vista de Cecília e Edward, então conseguimos saber exatamente o que o outro está pensando. Os dois procuram Thomas e ao decorrer da história eu pensei que Thomas só queria juntar os dois, o seu melhor amigo com sua irmã, e eu acharia isso perfeito, mas não foi bem isso que Julia Quinn preparou para nós e foi justamente essa parte que eu considerei negativa.

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Cecília fica com medo da reação de Edward ao descobrir que ela mentiu para ele, mas o que ela nunca imaginaria é que ele também tinha uma carta na manga, e quando menos imaginasse seria lançada sobre ela. Os dois personagens nos tiram do sério ao decorrer da leitura e tudo que queremos é gritar para eles contarem a verdade um para o outro, casarem, ter um bando de filhos e serem felizes para sempre.

“E então, naquele instante, ele sentiu como se tivesse voltado a ser um garotinho, olhando para a inda menina do outro lado do salão, aquela que ninguém tinha coragem de abordar. Era ridículo, uma loucura descabida”.

Eu amei esse livro e super recomendo, assim como eu disse na resenha do livro anterior “uma dama fora dos padrões”, a autora já chega com tudo, sem enrolação e logo início você é transportado para outra época, outra vida e quando termina e volta para a terra se estranha com o seu próprio espaço tamanha familiaridade que tinha sentido do outro lado. Cecília e Edward são dois personagens lindos que com toda certeza era para ficarem juntos, mas não de uma maneira tradicional e sim de uma maneira mais complexa, começando por um marido de faz de conta.

” A guerra só era suportável por causa da amizade e da certeza de que havia pelo menos uma outra pessoa ali que valorizava a vida dele tanto quanto a própria vida”.