Resenha|Entre o amor e a vingança #1 (O clube dos canalhas) – Sarah MacLean

SINOPSE
Entre o amor e vingança, beleza de livros

O que um canalha quer, um canalha consegue… Uma década atrás, o marquês de Bourne perdeu tudo o que possuía em uma mesa de jogo e foi expulso do lugar onde vivia com nada além de seu título. Agora, sócio da mais exclusiva casa de jogos de Londres, o frio e cruel Bourne quer vingança e vai fazer o que for preciso para recuperar sua herança, mesmo que para isso tenha que se casar com a perfeita e respeitável, Lady Penélope Marbury. Após um noivado rompido e vários pretendentes decepcionantes, Penélope ficou com pouco interesse em um casamento tranquilo e confortável, e passou a desejar algo mais em sua vida. Sua sorte é que seu novo marido, o Marquês de Bourne, pode proporcionar a ela o acesso à um mundo inexplorado de prazeres. Apesar de Bourne ser um príncipe do submundo de Londres, sua intenção é manter Penélope intocada por sua sede de vingança. Mas isso parece ser um desafio cada vez maior, pois a esposa começa a mostrar seus próprios desejos e está disposta a apostar qualquer coisa por eles… Até mesmo seu coração.



Oi meus lindos! Tudo beleza com vocês? 

Gente! Que livro é esse? Eu sei que essa autora arrasa com nossos corações e quem disse que esse seria diferente? Ou melhor como eu pude pensar diferente.

Após Bourne perder toda sua fortuna em um jogo de cartas devido sua própria inexperiência e juventude, sendo manipulado pelo seu próprio tutor, aquele quem deveria cuidar dele após a morte dos seus pais, faz com que um desejo imenso e terrível de vingança assole seus dias. Mesmo após dez anos ele conseguir ser dono de um dos maiores cassinos de Londres, mesmo após possuir o triplo de sua antiga fortuna, a vingança continua em pé. Apenas esperando o momento certo para agir e dar o golpe final no seu oponente.

“O grande segredo da sociedade é que a ruína não é nem de perto tão ruim como fazem parecer”.

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Quando o momento chega, a virada de jogo para que ele consiga a propriedade de sua família, a propriedade dos seus antepassados de voltas, ele descobre que para comprar aquela casa, é necessário que ele se case com Penélope Marbury. O dote de Penélope é simplesmente um valor em dinheiro exorbitante mais a  propriedade dele. Isso porque depois de tantos anos ela não se casou e o pai pretende casá-la imediatamente para garantir o futuro promissor de suas outras duas filhas solteiras.

“A perfeição é limpa demais, fácil demais. Eu não quero perfeição, tanto quanto não quero ser perfeita”.

Quando ele fazia parte da alta classe londrina e ainda possuía a fortuna herdada pelos seus pais, ele e Penélope eram vizinhos, amigos e muito próximos. Próximos no sentido que eram melhores amigos, mas depois que ficou sem dinheiro e foi jogado para a rua apenas com a roupa do corpo, fez com que ele se distanciasse de tudo que lembrasse sua antiga vida e seu título. Agora depois de tantos anos sem falar com sua antiga melhor amiga, ele só pensa em uma coisa, casar-se com ela em prol da sua vingança pois terá sua propriedade e acabar com a vida do homem que o manipulou quando era tão jovem e imaturo.

O livro é pelo ponto de vista tando de Penélope quanto de Bourne. No decorrer da leitura Penélope percebe que esse Bourne não é o seu antigo amigo que ria mais e que agora se tornou tão fechado, tão sério. Enquanto isso Bourne fica cada vez mais entre o amor e a vingança, não sabe o que escolher, por qual optar. Não mesmo, até descobrir que Penélope também mudou muito. Ela quer saber de aventuras e agora com seu marido, ela espera que ele possa proporcionar isso a ela.

Por isso que eu digo, o mundo dá muitas voltas gente! Enquanto ele tenta afastá-la de sua vida, ela pensa em entrar e fazer parte de sua vida e até mesmo do seu cassino: O anjo caído. 

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“Durante toda sua vida,  Bourne destruiu tudo de valor que teve. Quando Penélope percebesse isso… que ele era todo tipo de decepção, ela o agradeceria por não permitir que se aproximasse muito”.

O Cassino mais famoso e cobiçado de Londres, possui outros três sócios, e claro, que cada um possui sua própria história e isso já me deixou mega ansiosa para ler os próximos livros. Bourne é um homem que mesmo após perder tudo em um jogo de cartas, abriu o cassino onde todos que jogam, pelo menos a maioria, perde tudo aquilo que conquistou.

“O anjo caído. Uma lembrança, não apenas do nome do clube, mas do risco que assumiam aqueles que ali entravam, depositavam suas apostas sobre o feltro macio, lançavam os dardos de marfim e assistiam a roleta girar em um borrão de cor e tentação”.

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Um jogo é assim, você tem que saber que sua vida, seu futuro está ali, naquelas cartas, e precisa ter sorte. Agora meu querido, jogar o jogo do amor é muito mais perigoso, pois nem sempre você sai ileso, não é só seu futuro e sua vida, mas seu precioso coração, emoção e pensamentos. Como dizer a um homem que sonhou com sua vingança por dez anos, a cada hora, minuto e segundo para simplesmente esquecer e escolher o amor?

A história desses personagens me cativou de tal maneira que não consegui desgrudar os olhos de cada linha e ainda me fez perder o meu ônibus. Acredita! kkkk…Realmente o casamento entre eles parece um jogo,um jogo muito perigoso. Qual será o final disso tudo? Quem vai ganhar? Quem vai perder?  Estou ansiosa para ler os próximos livros, e sem dúvidas recomendo essa obra prima.

“Não aposte o que está não está disposta a perder, querida. Terceira regra do jogo”.

 

Romances de época: Um estilo literário fascinante

Olá leitores do meu coração! Tudo beleza com vocês? 

Hoje eu quero falar com vocês sobre um estilo literário bem diferenciado que são os famosos romances de época. A minha primeira experiência foi com os livros da amada e famosa Lisa Kleypas, que de uma forma sutil e elegante me transportou para uma outra época onde os homens eram cavalheiros, as mulheres tinham liberdade limitada para exercer certas funções e os homens eram obrigados a pedir a mão de uma mulher se tivesse agido de forma indecorosa com ela.

Os romance de época não abrange só isso, mas tem todo um contexto. Por exemplo, um lorde garanhão que não quer se comprometer com ninguém, até se apaixonar por uma lady, uma lady que faz o que quer da sua vida e não liga para a opinião de ninguém. Muitos dos romances de época que já li, em geral, tem algo relacionado a isso na história. E justamente a forma que os autores utilizam as palavras é que instiga nossa imaginação e deixa a narração mais linda. 

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Algumas dessas histórias se passam na Inglaterra Regencial ou Vitoriana o que imediatamente algumas pessoas podem pensar, cara isso é muito chato! Mas não é, não até conhecer autores como Lisa Kleypas, Loretta Chase, Julia Quinn, Julie Garwood, Sarah MacLean, Jane Austen e muitos autores, que como esses, consagraram os romances de época e fez muitos e muitos leitores se apaixonarem. 

Em geral esses livros possuem características tão marcantes que ao lermos a sinopse já queremos, pois sabemos mais ou menos como será a escrita e que aquilo vai prender nossa atenção. Algumas dessas características é o fato de mesmo estando no passado, as mulheres querem sua independência e lutam por isso, sem se importarem com a opinião da sociedade e os tabus que foram impostos. Outros possuem amores proibidos devido a classe social que era bastante importante naquela época e a maioria deles são divertidos, sexys com muitas aventuras e cenas apaixonantes.

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É isso gente! Os Romances de épocas são fascinantes e com certeza chegaram para ficar. Um estilo que muitos leitores buscam, e a cada dia querem mais, pois justamente a maneira como as coisas são descritas que nos incentiva a continuar lendo e conhecendo mais a época e suas tradições. Vale ressaltar dois romances de época que todos deveriam conhecer: O morro dos ventos uivantes e Orgulho e preconceito, alguns dos livros que deram início a um gênero que impactou não só a minha vida, mas a de outros leitores também. É um prazer conhecer vocês!

Resenha|Amor verdadeiro na livraria dos corações solitários #2 – Annie Darling

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                                                                 Sinopse

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É uma verdade universalmente conhecida que uma mulher solteira, em posse de um bom emprego, quatro irmãs mandonas e um gato carente, deve estar em busca do seu verdadeiro amor. Será?

Verity Love ― fã de carteirinha de Jane Austen e uma introvertida em um mundo de extrovertidos ― está perfeitamente feliz sozinha, muito obrigada. E seu namorado fictício, Peter Hardy, é muito útil para ajudá-la a escapar de eventos sociais indesejados. Mas, quando um mal-entendido a obriga a apresentar um total estranho como namorado para suas amigas, a vida de Verity de repente se torna muito mais complicada.

Uma namorada fictícia também pode ser bem útil para Johnny. Indo contra todos os instintos de Verity, ela se deixa convencer a fazer uma parceria com ele para um único verão recheado de casamentos, aniversários e festas no jardim, com apenas uma promessa: não se apaixonarem um pelo outro. Mas isso não tem nem chance de acontecer, pois Verity jurou nunca mais ter um namorado, e o coração de Johnny já tem dona…


Olá gente!!! Como vocês estão? Tudo beleza?

Quem conheceu a Verity Love na pequena livraria dos corações solitários, imaginava que o famoso namorado de quem tanto falava era falso. Pois é isso mesmo! Ela inventou um namorado fictício para suas amigas pararem de importuná-la e para fugir de eventos sociais. Ela é uma introvertida que gosta de escutar as pessoas, ouvir o barulho da cidade, mas não gosta de ser o centro da atenção desse núcleo.

Sua vida mudará drasticamente quando um dia suas amigas Nina e Posy a seguirem até o restaurante, pensando que ela se encontrará com Peter Hardy. O namorado imaginário e perfeito que idealizou para elas. Assim que notar a presença de suas amigas ela imediatamente se desesperará e irá sentar ao lado do primeiro cara que ela olhar no restaurante. E quem é esse? Ele é simplesmente lindo, com um azul estonteante nas íris, embora estivesse com certo olhar frio para ela.

“Nenhuma tatuagem perceptível no pescoço, não estava vestindo nada horrível, só uma camisa branca simples sob um blusão de um tom semelhante ao azul – esverdeado de seus olhos espantados. Ele vai servir, Verity decidiu. Assim, na emergência, ele vai servir”.

O nome dele é Johnny,  arquiteto, lindo, não tem namorada. Algo não está certo né galera? Ele não é gay, por incrível que pareça. Ele simplesmente ama outra mulher, que segundo ele é um amor impossível. Eu imaginei que essa mulher era apenas invenção para ele se encontrar novamente com Verity, porém, eu estava redondamente enganada. Eles armam um acordo para irem juntos aos eventos sociais, as festas com amigos, enfim, seriam apenas amigos e nada mais. A condição é que Verity não se apaixone por ele, e vice versa. Então está tudo certo. Verity prometeu não amar mais ninguém depois de seu último namorado e Johnny, apesar de possuir característica perfeitas, ama outra mulher.

“Johnny endireitou o corpo e presenteou Verity com um sorriso mais devastador do que qualquer outro de seus sorrisos anteriores. Ela ficou até um pouco tonta”.

Os dois apresentarão o seu parceiro a suas famílias, claro, como amigos. Porém, todos pensarão que eles estão saindo e dará uma maior força para isso. Principalmente os amigos e familiares de Johnny, isso porque todos querem que ele pare de pensar nessa mulher que ele ama e fique com Verity.

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Depois de Verity descobrir quem é a mulher, ele falará bastante dela com um toque de drama que instantaneamente me deu uma crise de raiva. A mulher que ele ama é uma antiga namorada que se casou com o melhor amigo dele. Ele a ama, ela diz que o ama mais continua casada. É como um jogo, ela sabe que Johnny sempre estará aos seus pés, porque ele é louco por ela.

“Ele não olhou para outra mulher desde que ela se foi, dez anos atrás. Nem ia querer, porque ninguém estaria a altura dela. E eu puxei ao meu pai; me apaixonei pela Marissa todos esses anos atrás e nenhuma outra mulher vai conseguir tomar o lugar dela”.

Apesar de todos os motivos para Verity não se relacionar com ninguém, ela se apaixonará por Johnny. Uma das regras era ela não se apaixonar por ele. O coração dele já tem dona, e digamos que ele é um pouco obcecado por aquela mulher que representa, o amor colegial de tantos anos atrás, que ele não deixa no passado. E será nesse impasse de amor impossível e bastante drama que enlouquecerá o leitor.

Uma obra deliciosa e empolgante, composta por reviravoltas e um toque especial com frases da Jane Austen. Uma história irresistível  que nos instiga a torcer por um casal, onde ambos não acreditam que suas vidas amorosas possa incluir um final feliz. Super Recomendo!

“É por isso que somos apenas amigos. Eu jamais poderia amar um homem que não ama Orgulho e preconceito”.