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Resenha|Loucamente apaixonada na livraria dos corações solitários #3 – Annie Darling

Sinopse

loucamente apaixonada na livraria dos corações solitários Cheia de tatuagens e com o cabelo cor-de-rosa, a dublê de pinup Nina adora bad boys ― quanto mais cara de mau, melhor. Apesar dos receios de seus amigos, ela acredita firmemente que o amor verdadeiro só tem uma forma: selvagem, intenso e pontuado por brigas tempestuosas ― como na história de Heathcliff e Cathy, o casal angustiado de O morro dos ventos uivantes.

E ela não vai se contentar com nada menos que isso.

Mas anos de encontros marcados por aplicativo não trouxeram nada além de caras esquisitos e paqueras banais, e Nina não está nem um pouco mais perto de encontrar o amor. Quando um homem de seu passado entra na livraria, Nina sabe que não tem nada a temer: o garoto mais nerd da escola se tornou um analista de negócios tedioso que combina o terno com a gravata, sem chance de fazer seu coração bater mais rápido. O que só mostra quão pouco Nina sabe sobre bad boys, analistas de negócios e o próprio coração…


Olá meus amores! Tudo beleza com vocês? Loucamente apaixonada na livraria dos corações solitários (Que nome grande! kkk)  é o terceiro livro da série”A livraria dos corações solitários” onde conhecemos a história da Nina. A garota tatuada que trabalha na livraria “Felizes para sempre” e que sonha viver um romance turbulento e dramático como de Catherine e Heatchcliff. 

Nina já arrumou vários encontros em aplicativo  para conhecer o seu bad boy e viver o seu dramático amor, mas não é fácil encontrar um Heatchcliff para si. Aqueles que não sabem, esses são personagens de um romance clássico chamado O morro dos Ventos Uivantes, e eu preciso admitir que sou loucamente apaixonada por esse livro. Um romance que apesar de um final que não é bem feliz, conquistou milhares de leitores ao mundo todo.

“Paixão. Cathy e Heatchcliff eram governados por suas paixões. Eles não se contentavam com o que era seguro ou medíocre”.

Apesar de vários desses encontros serem passageiros e geralmente decepcionantes, não impede Nina de continuar tentando. Agora, ela não contava que um cara do passado entrasse de repente em sua vida, ou melhor, no seu trabalho como analista de negócios e ficasse analisando o seu trabalho. Infelizmente ela tem que aturar o “Noah”  que não larga do seu iPad, onde provavelmente fica registrando as coisas que ela faz de errado enquanto trabalha. Além dele ser um cara nerd, e que usa gravata combinando com o terno (O que não é nada estilo bad boy), Nina vai se dar conta que já o conhecia, mas ele não se lembra dela.

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“Ela era criativa. Uma pessoa não podia ter a aparência de Nina se não fosse criativa. A cada manhã, quando parava na frente do guarda roupa e decidia o que ia vestir, ou melhor, o que combinaria com aquela coisa cinza horrível que Posy a obrigava a usar, Nina escolhia quem ela queria ser naquele dia”.

Devido algo que aconteceu a tanto tempo que Nina vai aceitar um encontro com Noah, e mesmo ela dizendo a si mesma que é apenas um encontro por bondade e blá blá blá, ela vai acabar percebendo que apesar de tudo, esse encontro fez ela ver outro lado de Noah. Um lado que não é bom se aprofundar muito até porque ele não faz o tipo bad boy que ela tanto deseja, e não vai aceitar substituto.

“Agora era sua vez de encarar o copo, porque sabia que e olhasse para Noah, poderia fazer algo tolo. Como rir, ou enrubescer, ou puxá-lo para o outro lado da mesa para beijá-lo”.

Sim leitores, começa a surgir uma grande atração entre eles, e mesmo Nina dizendo a si mesma que ele pode descobrir aquela omissão que pode mudar suas histórias, ela acaba cedendo aos encantos de Noah e por seus modos tão diferentes de Heatchcliff. No meio dessa história nós descobrimos um pouco mais sobre a origem das irmãs Bronte e do livro ” O morro dos ventos Uivantes” e para quem é fã, sem dúvidas é um deleite ler mais sobre isso.

Loucamente apaixonada na livraria dos corações solitários, Romance, Livro, Beleza de Livros, Annie Darling, Editora Verus, Romance, Livros, A livraria dos corações solitários, belezadelivros, blog, belezadelivros.com“Mas se eu aprendi alguma coisa com ” O morro dos Ventos Uivantes” foi que uma vida sem paixão é uma vida vivida pela metade”.

Noah e Nina são personagens muito diferentes e com um passado que pode separá-los para sempre. Mas os opostos se atraem não é mesmo? No meio de um enredo delicioso e bem romântico que nos vemos envolvidos em uma história instigante que nos deixa inquieto com o segredo da Nina, e com o coração na boca nos capítulos finais.

A livraria Felizes para Sempre tem personagens tão reais que já estou querendo um livro final mostrando a continuação de cada casal que abalou todas as minhas estruturas, e me deixou com um grande sorriso no rosto. Eu já estou com uma extrema saudade deles. Se eu indico? Com certeza. É simplesmente emocionante.

“Sim, ele é um amor de pessoa, mas nunca poderia ser o meu Heathcliff”.

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Resenha|Encontrada #2- Carina Rissi

                                                                Sinopse

carina rissi

Sofia está de volta ao século dezenove e mais que animada para começar a viver o seu final feliz ao lado de Ian Clarke. No entanto, em meio à loucura dos preparativos para o casamento, ela percebe que se tornar a sra. Clarke não vai ser tão simples quanto imaginava.

As confusões encontram a garota antes mesmo de ela chegar ao altar — e uma tia intrometida que quer atrapalhar o relacionamento é apenas uma delas. Além disso, coisas estranhas estão acontecendo na vila. Ian parece estar enfrentando alguns problemas que prefere não dividir com a noiva.

Decidida, Sofia fará o que estiver ao seu alcance para ajudar o homem que ama. Ela não está disposta a permitir que nada nem ninguém atrapalhe seu futuro. Porém suas ações podem pôr tudo a perder, e Sofia descobre que a única pessoa capaz de destruir seu felizes para sempre é ela própria.


Olá queridos leitores! Tudo beleza?

Finalizei a leitura do segundo livro da série perdida, lembrando que a série é composta por cinco livros. Quem ainda não leu o primeiro livro, eu não recomendo que pule direto para esse, pois o primeiro é muito especial. A origem de tudo isso.

Depois de Sophia voltar para o século dezenove e para o amor da sua vida ela começa a entender como deverá ser sua vida agindo e sendo a Sra. Clarke. O primeiro livro foca tanto na questão dela tentar voltar a sua metrópole, que a gente nem pensa direito em como seria a vida da Sophia naquele século.

O fato de Sophia ser do século vinte um e do Ian ser do século dezenove coopera bastante para que algumas situações sejam entendidas do modo errado, ou simplesmente pela ignorância em determinado assunto se transformar em um belo desastre. E olha! Sophia se mete em cada uma que quando eu falo vai dar m****, acaba dando kkk.

“Duvido que qualquer cavalheiro que eu conheço tenha a sorte de se casar com alguém que dá sentido à palavra “monotonia”. E é preciso muito mais do que uma simples guerra de rolhas para que eu desista de você senhorita”.

Os dois continuam o mesmo casal que se ama perdidamente, mas Ian está escondendo alguma coisa de Sophia e quando Sophia percebe ela tenta ajudar, mas se enrola em algo que no século de Ian jamais poderia acontecer. Quando a gente descobre o que Ian estava escondendo de Sophia, é considerado ínfimo ao que Sophia escondeu dele.

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Quando a gente pensa que os felizes para sempre está se aproximando, é quando Ian descobre, é aí amigos, só lendo o livro para descobrir. Uma coisa é certa a pessoa que podia acabar com o Felizes para sempre, era a mais preocupada com isso, Sophia Alonzo. Em meio a segredos, casamentos, brigas, bailes, cetins, vestidos, e um enredo irresistível, você acaba navegando em uma história espetacular onde você torce pelo final feliz.

Ian me beijou. E o jeito como ele me segurou, a maneira como sua boca dominou a minha, foi assustador. Era como se ele não fosse me ver nunca mais, como se estivesse prestes a me perder, e isso o destruía”.

Apesar de Sophia ter escolhido viver naquele século com Ian, ela precisa entender que nem tudo é, como era no século vinte um. Muitas coisas não são permitidas e talvés ela precise mudar para tentar se adaptar aquela época. Mas se ela mudar, ela não será ela mesma, vocês não concordam?

Encontrada é um livro que parece um conto de fadas, a gente luta pelo “Felizes para sempre” se apaixona ainda mais pelo casal, e assim como Sophia, tenta se adaptar a uma nova realidade. Eu amei, espero que gostem assim como eu. Recomendo.

“Ele soltou um suspiro cansado conforme entrávamos e, enquanto eu o observava pelo canto do olho, entendi que, ao contrário do que diziam os contos de fadas, um beijo não faria tudo se acertar”.

Publicado em Editora Verus, Resenhas

Resenha|Perdida – Carina Rissi

                                                                    Sinopse

livro perdida, carina rissi, resenha, beleza de livrosSofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam.

Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa – ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke,

Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos…

Perdida é uma história apaixonante com um ritmo intenso, que vai fazer você devorar até a última página.


Primeiro eu quero dizer que não é a primeira vez que eu leio esse livro. Eu li a dois anos atras enquanto eu buscava uma leitura que me tirasse a noção do tempo, e me fizesse chorar de alegria por ter encontrado a história mais encantadora da vida. Foi assim que eu conheci a escrita Carina Rissi, e eu já digo, essa autora sabe escrever, sabe te tirar do chão e até mesmo fazer você implorar em seu direct por uma continuação. Acha exagero? Acredite, não é!

Sophia Alonzo é uma mulher muito ligada a tecnologia e ama as coisas que o  século vinte um proporciona, mas sua vida muda radicalmente quando é transportada através de um aparelho celular para o século dezenove. Eu li isso em uma resenha antes de ler o livro e pensei “Que máximo!” e foi por isso que decidi conhecer essa história.

“Olhei freneticamente em todas as direções e não havia nada ali. Nada! As pessoas, a cidade, tudo havia mudado!”.

O que você faria se visse o seu mundo diferente, carruagens passando, um homem em cima de CAVALO perguntando de forma bem “estranha” se você estava bem, enquanto você não tem ideia do que aconteceu nos últimos minutos. Simplesmente tudo sumiu!

A mulher que vendeu o celular para Sophia fez isso de propósito para que ela descobrisse a si mesma, mas em outra época, onde tudo que ela mais amava não existia mais. O homem que ajuda Sophia se chama Ian Clark e perante aos seus olhos a mulher foi assaltada por isso, ela usa aquela saia curta que ele considera estar nua em sua época. Ian é um homem lindo, possui posses e fará de tudo para ajudar Sophia a voltar para a casa, (seja lá de onde ela tenha vindo) mesmo que o seu coração não queira exatamente isso.

“Eu não estou sem roupa! As pessoas se vestem assim lá onde eu vivo. Para de dizer que estou pelada! – Era constrangedor ver que minhas roupas (ou falta delas) o deixavam tão pertubado“.

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É claro que Sophia não fala que veio do futuro, até porque ninguém acreditaria nisso né gente! E nesse outro século ela precisa lidar com costumes que ela jamais imaginaria. Imagina se o seu banheiro fosse uma casinha pequena, com um buraco e precisasse limpar sua bunda com alface. Isso é nojento, mas é uma das coisas que existiam naquele tempo. É super engraçado e mágico a precisão que Carina Rissi consegue transmitir cada detalhe através das palavras.

“Até as crianças que eu vi pareciam ter saído de um quadro antigo, usando roupas demais se comparadas com as do meu mundo”.

A cada momento interessante que Sophia se encontra com Ian é enviado uma mensagem naquele celular que a transportou para o século dezenove. Mensagens que informam que ela passou de nível ou algo assim. O mais louco é que ela começa a gostar de Ian. O cara lindo e maravilhoso que sempre a está ajudando, e sempre que está perto dela a deixa sem fôlego.

 “Não que eu estivesse apaixonada por Ian. Eu não estava! Mal o conhecia!Mas alguma coisa nele mexia comigo. Uma coisa que eu não sabia explicar nem para mim mesma!”.

Quanto mais se aproxima de Ian, mais sua jornada para aquele século parece estar acabando. A sua vontade de voltar para a metrópoles parece menos firme do que antes. E seu coração parece mais próximo de Ian. Ah! Queridos leitores! A pessoa que levou Sophia para o século passado deixou claro que ela precisaria completar sua jornada. Mas o que ela pode fazer para impedir que os níveis de sua jornada continue avançando para ficar mais tempo com Ian?

“Ele tinha razão. Existia um nós -eu não sabia desde quando,mas existia! E era forte! Tão forte que, talvez, me quebraria em duas quando voltasse para casa. E eu sabia que voltaria, sentia que voltaria. E meu coração se despedaçaria”.

Sophia e Ian é o tipo de casal mais lindo que já vi nos livros e a cada cena eu me apaixonava mais… mais… e mais. Não existe no mundo casal mais perfeito que eles, e olha que eu já li muitos livros. A conexão do amor  que existe entre eles é capaz de ultrapassar até mesmo as barreiras do tempo. Eu li esse livro, chorei um bocado até meus olhos incharem.

Foi um final épico de novela das 09! Carina Rissi obrigada por existir, obrigada por criar personagens tão reais e situações tão semelhantes a nossa vida. Eu amei perdida e fiquei perdidamente apaixonada por todos os personagens.  Valeu por escrever mais livros e continuar essa série que indubitavelmente é uma das melhores!

“Estava exatamente onde deveria estar, pensei com tristeza. Ela havia dito isso, que eu estava onde deveria estar. E, sem poder esclarecer nem para mim mesma, eu soube que havia chegado ao fim da jornada”.